Bem-Vindo!
Ao site do Lokaos Rock Show.
ROCK DE VERDADE, COMO DEVE SER MOSTRADO!
Colaremos:
Lokaos entrevista Scott Ian do Anthrax
Dani Buarque entrevistou o lendário guitarrista Scott Ian da banda Anthrax para o Lokaos Rock Show , ele fala sobre Metal Open Air, Heavy Metal, Andreas Kisser, o sucesso do novo disco e ainda participa de um pequeno “joguinho” de escolhas no final.
Gravação e edição: Alexandre Ferreira Lima – http://www.facebook.com/alexandreflima
Agradecimentos:
Maurício e loja Reference – http://www.reference.com.br/
Damaris Hoffman e Top Link – http://www.toplinkmusic.com/
Lokaos Lançamentos – 06/05/12
Lokaos Rock Independente – Rygel
London: CD com as demos de Nikki Sixx finalmente é lançado
No dia 19 de junho, a Deadline Music [uma subsidiária da Cleopatra Records] lançará o raro quinto álbum de estúdio do SPIDERS & SNAKES, a histórica banda da Sunset Boulevard capitaneada por Lizzie Grey. Repleto de faixas bônus da demo original de 1980 com NIKKI SIXX do MÖTLEY CRÜE e NIGEL BENJAMIN do MOTT THE HOOPLE, ‘London Daze’ está finalmente celebrando o legado de Lizzie e seu lugar na história musical de Hollywood.
‘London Daze’ fora lançado originalmente em 2000 através da Deadline/Cleopatra, mas uma série de acontecimentos infelizes, incluindo um entrave burocrático com o distribuidor do selo e a inesperada e trágica morte do baixista Leigh Lawson apenas quatro semanas depois do lançamento do álbum, impediram que esse chegasse devidamente ao público. A banda teve que cancelar toda sua turnê pelos EUA para divulgar o disco e o CD ‘London Daze’ ficou hibernando em um barracão no meio-Oeste estadunidense enquanto a banda era forçada a mudar sua formação. “Este disco é como uma cápsula do tempo. Não é apenas algo nostálgico; ele nunca teve a chance que merecia, então é algo novo, zero!”, disse Lizzie Grey.
Lizzie gosta de dizer que ele tem o Toque de Midas, mas não para si próprio. Por décadas em bandas como o London, Sister e St. Valentine, ele já colaborou com pessoas que viriam a ter carreiras fabulosas, incluindo Izzy Stradlin, Steven Adler, Slash e Axl Rose, Blackie Lawless [WASP], Fred Coury [Cinderella], Nigel Benjamin [Mott The Hoople] e Desi Rexx e Lizzy Valentine [D’Molls]. Pode-se destacar sua composição ‘Public Enemy #1’, que se tornou uma marca registrada de Nikki Sixx já no Mötley Crüe. Com um pé firme na Sunset Strip e o outro no punk, Lizzie manteve sua criatividade ativa e nunca desistiu do rock.
Dados seu histórico e sua influência, Lizzie apareceu nos documentários ‘The Metal Years’ e ‘Metal Evolution’ [do VH1]. Sobre ‘London Daze’, Lizzie afirma, “Qualquer pessoa interessada na cena rock de rua de Hollywood vai gastar bem seu dinheiro”.
Além de Lizzie nos vocais e na guitarra, e do falecido Leigh Lawson [baixo], o Spiders & Snakes é composto por Doug E. Sex [guitarra] e Timothy Yasui [bateria, percussão e backing vocals].
Phil Lewis do L.A. GUNS comentou recentemente que achava o MÖTLEY CRÜE enfadonho. Alguns fãs repassaram o comentário ao baixista da banda, NIKKI SIXX e via Twitter, o músico respondeu ao vocalista inglês, dizendo:
@BoomSlide ah, ele é um pobre coitado patético…
Agora Phil faz sua tréplica para Sixx, declarando:
“[O livro] ‘Heroína E Rock N’ Roll’ de Nikki Sixx deve ser entendido como ‘LSD. Todos eles a tem [‘Lead Singer Disease’ [algo como ‘síndrome de vocalista’]. Vocês diriam que isso é verdade? Algum vocalista precisa de um ego tão grande assim?
Eu digo que Nikki Sixx e seu ‘Heroína e Rock N’ Roll’ são uma completa fraude. Qualquer pessoa que já tenha sido viciada em heroína ou qualquer opiáceo sabe que não deve glorificar o vício, isso é incrivelmente irresponsável. É uma baita duma merda também, Nikki pode ter brincado um pouco, mas ele e a maioria dos rock stars jurássicos daquela era estavam cheirando muita cocaína. Havia muito pouca heroína em Los Angeles nos anos 80 comparado ao que havia em Londres. Sixx era um adolescente milionário com muito pouca ligação com a realidade. Eu estou pouco me fudendo pro que ele acha de mim ou de outros vocalistas.
E seu sei exatamente do que estou falando sobre quais cidades tinham mais drogas porque eu usei muito nas duas. Mas eu não glorifico ou me queixo de ter sido tragado para elas por causa de uma infância infeliz. Ensinar às pessoas que a heroína é legal é repreensível, especialmente se for numa obra de ficção.
Ah, e se você por ventura precisar de outra razão para não gostar de Sixx, a versão que ele fez de ‘Anarchy in the UK’ é um bom começo.
Phil Lewis / LA Guns”
Nikki Sixx: ‘Phil Lewis, do L.A. Guns, é um pobre coitado patético’
Respondendo aos comentários feitos pelo vocalista do L.A. Guns, Phil Lewis num desabado feito via redes sociais [clique AQUI para conferir], o baixista do MÖTLEY CRÜE, NIKKI SIXX, usou o Twitter para rebater. Um fã logado como Jeff Lantry no endereço @Boomslide alertou Sixx:
@NikkiSixx Phil Lewis falando merda do Mötley, deve ter um álbum novo pra promover! LOL! #com muita inveja?
No que Nikki replicou:
@BoomSlide ah, ele é um pobre coitado patético…
O vocalista do DEF LEPPARD, JOE ELLIOTT, tem se declarado culpado da acusação de só tocar sucessos. A revista inglesa Classic Rock, em entrevista com o músico nos estúdios da KFAB-AM em Omaha, NE, colheu alguns comentários de Elliot sobre o tema:
Elliott disse: “As pessoas vão ao show pra ouvir o que elas conhecem. O único lugar ao qual as pessoas vão psicologicamente preparadas para uma hora de música nova é o karaokê de algum barzinho.”
“Você não vai ao Madison Square Garden esperando ouvir duas horas de músicas totalmente novas do Paul McCartney, do Roger Waters ou do The Who. Você vai pra ouvir ‘Quadrophenia’, algo que você já tem há 40 anos. É disso que se tratam esses shows.”
“Sempre fica esse tópico aberto no nosso site: ‘eles nunca mudam o set list’. Mas você muda o set list e 99% do público começa a gemer que não ouviu os sucessos. Você não pode querer agradar á minoria. Simplesmente não pode. Mas de vez em quando você tem esses episódios de culpa quando você quer.”
WILLIE NELSON insiste que a legalização da maconha ‘salvaria muitas vidas’ e economizaria muito dinheiro.
O cantor de country – que se aliou ao rapper Snoop Dogg para lançar a faixa pró-legalização ‘Roll Me Up’ mês passado – disse ao jornal The Guardian que fumar maconha ‘não era perigoso pra saúde’ e disse que a planta deveria ser descriminalizada.
Perguntado se a droga deveria ser legalizada, ele respondeu: “Ela tem que ser, porque economicamente nós precisamos do dinheiro – porque dá-los aos criminosos? A maioria das pessoas se dá conta de que ela não é uma droga letal como a cocaína ou os cigarros.”
“Os cigarros mataram minha mãe, meu pai, metade da minha família, então não venha me falar de saúde quando o assunto é legalização da maconha, porque ela não faz mal pra saúde”, ele emendou. “Eu sou o canário da mina, e ainda sou sadio. Se eu tivesse continuado com o álcool, eu estaria morto ou em alguma cadeia hoje.”
Falando sobre os benefícios da descriminalização, ele ainda acrescentou:
“Se tornássemos tudo legal, economizaríamos muito dinheiro, salvaríamos muitas vidas. Se nós taxássemos e regularizássemos as drogas de modo que fazem em algumas partes do mundo, nós estaríamos bem melhor, eu acho.”
Divulgando seu vindouro filme ‘Rock of Ages’, onde interpreta um roqueiro dos anos oitenta, TOM CRUISE é o entrevistado do mês para a edição estadunidense da revista PLAYBOY. Na conversa, o ator comentou sobre o desafio de cantar hard rock e um encontro com o Def Leppard, que ele coveriza na trilha sonora do filme.
Traduzido por Nacho Belgrande
PLAYBOY: Você teve ajuda do professor de Axl Rose. Como você desenvolve uma voz pro rock de arena?
CRUISE: Ele era um cantor de ópera que me ensinou como controlar minha voz. É como aprender um novo esporte ou uma aptidão para um personagem. Eu tive que descobrir como mover ar pelas cordas vocais e aonde acomodá-lo em minha cabeça, e meu peito. É algo que você tem que fazer todo dia para fortalecer sua voz.
PLAYBOY: A primeira música que você cantou em frente de uma plateia foi ‘Pour Some Sugar On Me’ com o Def Leppard ali, assistindo a você? Pressão?
CRUISE: Sim. [risos]
PLAYBOY: O diretor Adam Shankman disse que eles queriam te zoar, mas você quebrou as pernas deles ao mandar muito bem na música.
CRUISE: Eu estava em Miami, gravando músicas diferentes, e Adam me ligou e disse, ‘o Def Leppard vai vir pro set’. Eu disse, ‘Cara, isso é muito legal’. Daí eu pensei. ‘Espera aí, eu estou ensaiando a música deles amanhã. ’ E ele disse, ‘Sim!’ [risos] Então começamos já a mil, e foi a primeira cena que gravei no filme. É uma excelente música, e eu cresci ouvindo eles. Eles foram até a sala privé do Bourbon Room, e eu olhei pra minha banda e disse, ‘Manda’. A equipe inteira estava olhando pra eles me olhando.
PLAYBOY: E então, o que eles disseram?
CRUISE: Bem, o vocalista deles, o JOE ELLIOTT, apontou pra mim e disse, ‘Vai se fuder! Vai se fuder!’ Daí eu vi largos sorrisos na cara deles, e me dei conta de que eu tinha sido aprovado. Foi um momento muito legal. Foi importante que eles soubessem que eu estava honrando a música deles e não tirando com a cara deles. [...]

















